O PAVILHÃO DOS SONHOS
1943: em fins de novembro, Amácio com 31 anos, recebe uma herança da avó Maria Pitta e realiza o sonho de colocar uma cobertura de zinco em seu pavilhão para, assim, poder estrear na capital.
O Jornal de São Paulo publica a crítica de Francisco Sá “O que vai pelo teatro”, onde elogia a atuação do jovem Amácio.
Terminada a temporada paulistana, o grupo viaja pelo Vale do Paraíba.
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