sexta-feira, 7 de agosto de 2009



Jorge Amado
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Jorge Amado

Caricatura de Jorge Amado
Nome completo Jorge Leal Amado de Faria
Nascimento 10 de Agosto de 1912
Itabuna, BA
Brasil
Morte 6 de Agosto de 2001 (88 anos)
Salvador, BA
Brasil
Ocupação Romancista
contista
poeta
dramaturgo
cronista
crítico
literário
Movimento literário Romantismo
Realismo
Principais trabalhos Gabriela, Cravo e Canela
Dona Flor e Seus Dois Maridos
Tieta do Agreste
Cônjuge Zélia Gattai
Jorge Leal Amado de Faria (Itabuna, 10 de agosto de 1912 — Salvador, 6 de agosto de 2001) foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos. Existem dúvidas sobre o exato local de nascimento de Jorge Amado. Alguns biógrafos indicam que o seu nascimento se deu na Fazenda Auricídia, à época município de Ilhéus. Mais tarde as terras da fazenda Auricídia ficaram no atual município de Itajuípe, com a emancipação do distrito ilheense de Pirangy. Entretanto, é certo que Jorge Amado foi registrado no povoado de Ferradas, pertencente a Itabuna.

Amado foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho mas, em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994 viu sua obra ser reconhecida com o Prêmio Camões, o Nobel da língua portuguesa. Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira, verdadeiros sucessos como Tieta, Gabriela e Tereza Batista são criações suas, além de Dona Flor e Seus Dois Maridos.

A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em braille e em fitas gravadas para cegos.

Mesmo dizendo-se materialista, era simpatizante do candomblé, religião na qual exercia o posto de honra de Obá de Xangô no Ilê Opó Afonjá, do qual muito se orgulhava. Amigos que Jorge Amado prezava no candomblé as mães-de-santo Mãe Aninha, Mãe Senhora, Mãe Menininha do Gantois, Mãe Stella de Oxóssi, Olga de Alaketu, Mãe Mirinha do Portão, Mãe Cleusa Millet, Mãe Carmem e o pai-de-santo Luís da Muriçoca.

Como Érico Veríssimo e Rachel de Queiroz, é representante do modernismo regionalista (segunda geração do modernismo).

Índice [esconder]
1 Biografia
2 Premiações
3 Traduções das obras
4 Academia Brasileira de Letras
5 Obras do autor
6 Prêmios e títulos
7 Cartas
8 Ligações externas



[editar] Biografia
No ano seguinte ao de seu nascimento, uma epidemia de varíola obriga a família a deixar a fazenda e se estabelecer em Ilhéus, onde viveu a maior parte da infância, que lhe serviu de inspiração para vários romances.

Foi para o Rio de Janeiro, então capital da república, para estudar na Faculdade de Direito da então Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante a década de 1930, a faculdade era um pólo de discussões políticas e de arte, tendo ali travado seus primeiros contatos com o movimento comunista organizado.


Jorge Amado (à esquerda), com os colegas Adonias Filho (à direita) e Gabriel Garcia Marquez (ao centro).Foi jornalista, e envolveu-se com a política ideológica, tornando-se comunista, como muitos de sua geração. São temas constantes em suas obras os problemas e injustiças sociais, o folclore, a política, crenças e tradições, e a sensualidade do povo brasileiro - contribuindo assim para a divulgação deste aspecto de nossa gente.

Suas obras são umas das mais significativas da moderna ficção brasileira, com 49 livros, propondo uma literatura voltada para as raízes nacionais. Em 1945, foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), o que lhe rendeu fortes pressões políticas.

Era casado com Zélia Gattai, também escritora, e quem o sucedeu na Academia Brasileira de Letras. Com ela teve dois filhos: João Jorge, sociólogo, e Paloma.

Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941 a 1942), em Paris (1948 a 1950) e em Praga (1951 a 1952). Escritor profissional, viveu exclusivamente dos direitos autorais dos seus livros. Na década de 1990, porém, viveu forte tensão e expectativa de um grande baque nas economias pessoais, com a falência do Banco Econômico, onde tinha suas economias. Não chegou porém a perder suas economias, já que o banco acabou socorrido pelo Proer, controvertido programa governamental de auxílio a instituições financeiras em dificuldades. O drama pessoal de Jorge Amado chegou a ser utilizado pelo lobby que defendia a intervenção no banco, para garantir os ativos dos seus correntistas.


[editar] Premiações
Recebeu no estrangeiro os seguintes prêmios: Prêmio Lênin da Paz (Moscou, 1951); Prêmio de Latinidade (Paris, 1971); Prêmio do Instituto Ítalo-Latino-Americano (Roma, 1976); Prêmio Risit d'Aur (Udine, Itália, 1984); Prêmio Moinho, Itália (1984); Prêmio Dimitrof de Literatura, Sofia — Bulgária (1986; Prêmio Pablo Neruda, Associação de Escritores Soviéticos, Moscou (1989); Prêmio Mundial Cino Del Duca da Fundação Simone e Cino Del Duca (1990); e Prêmio Camões (1995).

No Brasil: Prêmio Nacional de Romance do Instituto Nacional do Livro (1959); Prêmio Graça Aranha (1959); Prêmio Paula Brito (1959); Prêmio Jabuti (1959 e 1995); Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil (1959); Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1959); Troféu Intelectual do Ano (1970); Prêmio Fernando Chinaglia, Rio de Janeiro (1982); Prêmio Nestlé de Literatura, São Paulo (1982); Prêmio Brasília de Literatura — Conjunto de obras (1982); Prêmio Moinho Santista de Literatura (1984); Prêmio BNB de Literatura (1985)..


[editar] Traduções das obras
Jorge Amado ainda é o autor brasileiro mais publicado em todo o mundo: sua obra foi editada em 52 países, e vertida para 49 idiomas e dialetos: albanês, alemão, árabe, armênio, azeri, búlgaro, catalão, chinês, coreano, croata, dinamarquês, eslovaco, esloveno, espanhol, esperanto, estoniano, finlandês, francês, galego, georgiano, grego, guarani, hebraico, holandês, húngaro, iídiche, inglês, islandês, italiano, japonês, letão, lituano, macedônio, moldávio, mongol, norueguês, persa, polonês, romeno, russo (também três em braille), sérvio, sueco, tailandês, tcheco, turco, turcomano, ucraniano e vietnamita.


[editar] Academia Brasileira de Letras
Jorge Amado foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 6 de abril de 1961, ocupando a cadeira 23, cujo patrono é José de Alencar. De sua experiência acadêmica, bem como para retratar os casos dos imortais da ABL, escreveu Farda, fardão, camisola de dormir, numa alusão clara ao formalismo da entidade e à senilidade de seus membros, então.


[editar] Obras do autor
O país do carnaval, romance (1931)
Cacau, romance (1933)
Suor, romance (1934)
Jubiabá, romance (1935)
Mar morto, romance (1936)
Capitães da areia, romance (1937)
A estrada do mar, poesia (1938)
ABC de Castro Alves, biografia (1941)
O cavaleiro da esperança, biografia (1942)
Terras do Sem-Fim, romance (1943)
São Jorge dos Ilhéus, romance (1944)
Bahia de Todos os Santos, guia (1945)
Seara vermelha, romance (1946)
O amor do soldado, teatro (1947)
O mundo da paz, viagens (1951)
Os subterrâneos da liberdade, romance (1954)
Gabriela, cravo e canela, romance (1958)
A morte e a morte de Quincas Berro d'Água, romance (1961)
Os velhos marinheiros ou o capitão de longo curso, romance (1961)
Os pastores da noite, romance (1964)
O Compadre de Ogum,romance (1964)
Dona Flor e Seus Dois Maridos, romance (1966)
Tenda dos milagres, romance (1969)
Teresa Batista cansada de guerra, romance (1972)
O gato Malhado e a andorinha Sinhá, historieta infanto-juvenil (1976)
Tieta do Agreste, romance (1977)
Farda, fardão, camisola de dormir, romance (1979)
Do recente milagre dos pássaros, contos (1979)
O menino grapiúna, memórias (1982)
A bola e o goleiro, literatura infantil (1984)
Tocaia grande, romance (1984)
O sumiço da santa, romance (1988)
Navegação de cabotagem, memórias (1992)
A descoberta da América pelos turcos, romance (1994)
O milagre dos pássaros , fábula (1997)
Em 1995 iniciou-se o processo de revisão de sua obra por sua filha Paloma e os livros ganharam novo projeto gráfico.


[editar] Prêmios e títulos
Em 1951, recebeu o Prêmio Stalin da Paz, depois renomeado para Prêmio Lênin da Paz. Recebeu também títulos de Comendador e de Grande Oficial, nas ordens da Argentina, Chile, Espanha, França, Portugal e Venezuela, além de ter sido feito Doutor Honoris Causa por dez universidades no Brasil, Itália, Israel, França e Portugal. O título de Doutor pela Sorbonne, na França, foi o último que recebeu pessoalmente, em 1998, em sua derradeira viagem a Paris, quando já estava doente.


[editar] Cartas
São mais de cem mil páginas em processo de catalogação, as cartas trocadas com gente do mundo inteiro, guardadas num acervo isolado da Fundação Casa de Jorge Amado, em Salvador. A doação foi entregue com uma ressalva, por escrito: "Jorge escreveu que somente 50 anos após sua morte esse material devia ser aberto ao público", segundo a poeta Myriam Fraga, que dirige a casa desde sua criação, há vinte anos.

De relatos sobre livros e obras de arte a fatos do cotidiano, grandes escritores, poetas e intelectuais de seu tempo se corresponderam com ele: Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Monteiro Lobato e Gilberto Freyre, entre outros brasileiros; Pablo Neruda, Gabriel García Márquez e José Saramago, entre tantos outros estrangeiros. No campo da política, a correspondência se estabeleceu com nomes os mais variados como: Juscelino Kubitschek, François Mitterrand e Antônio Carlos Magalhães.

As cartas mostram como o escritor recebia os mais imprevistos pedidos, apresentava pessoas umas às outras, em época em que era intenso o diálogo via postal. A correspondência pessoal de Jorge Amado pode oferecer inestimável fonte de pesquisa. Alguns trechos retirados de reportagem exclusiva, por Josélia Aguiar, à Revista Entre Livros - Ano 2 - nº 16:

De Glauber Rocha, sem data, sobre a nova película (A idade da terra, de 1980). "Comecei o dia chorando a morte de Clarice (Lispector)", inicia assim a carta para adiante falar sobre o novo filme: "Está sendo feito como você escreve um romance. Cada dia filmo de dois a sete planos, com som direto, improvisado a partir de certos temas. (...) Estou, enfim, tendo a sensação de 'escrever com a câmera e com o som', tentando um caminho que fundiu a cuca do Jece (Valadão, ator) (...)".
Mário de Andrade, logo após ler Mar morto, em 1936, elogia o que chama de "realidade honesta" e a "linda tradição de meter lirismo de poesia na prosa": "Acaba de se doutorar em romance o jovem Jorge Amado, grande promessa do mundo intelectual".
Monteiro Lobato, também sob forte impressão após ler Mar morto, 1936: "Lí-o com a mesma emoção trágica que seus livros sempre me despertam", e conta que, ao visitar o cais do porto de Salvador, havia "previsto" que a obra seria escrita: "Qualquer dia o Jorge Amado presta atenção e pinta os dramas que devem existir aqui. Adivinhei.".
Pablo Neruda (em carta breve, com data de 16 de outubro e ano incerto, escrita a mão): "Será que no Brasil eu poderia fazer um ou dois recitais pagos?" (...) "Haverá algum empresário interessado em organizar com seriedade essa turnê?" (...).

[editar] Ligações externas
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Jorge Amado.Perfil no sítio da Academia Brasileira de Letras
Biografia de Jorge Amado
Sítio da Fundação Jorge Amado



Precedido por
— Prêmio Jabuti - Romance
1959 Sucedido por
Marques Rebelo
Precedido por
Otávio Mangabeira ABL - cadeira 23
1961 — 2001 Sucedido por
Zélia Gattai
Precedido por
Menotti Del Picchia Intelectual do Ano (UBE)
1969 Sucedido por
Pedro Antonio de Oliveira Ribeiro Neto
Precedido por
Rachel de Queiroz Prêmio Camões
1994 Sucedido por
José Saramago
Precedido por
Isaías Pessotti, João Gilberto Noll e Otto Lara Resende Prêmio Jabuti - Romance
1995, com
João Silvério Trevisan e José Roberto Torero Sucedido por
Ivan Ângelo, Rodrigo Lacerda e Carlos Heitor Cony




[Expandir]v • d • ePatronos e membros da Academia Brasileira de Letras
Cadeiras
1 a 10 1 (Adelino Fontoura): Luís Murat ► Afonso d'Escragnolle Taunay ► Ivan Monteiro de Barros Lins ► Bernardo Élis ► Evandro Lins e Silva ► Ana Maria Machado
2 (Álvares de Azevedo): Coelho Neto ► João Neves da Fontoura ► Guimarães Rosa ► Mário Palmério ► Tarcísio Padilha
3 (Artur de Oliveira): Filinto de Almeida ► Roberto Simonsen ► Aníbal Freire da Fonseca ► Herberto Sales ► Carlos Heitor Cony
4 (Basílio da Gama): Aluísio Azevedo ► Alcides Maia ► Viana Moog ► Carlos Nejar
5 (Bernardo Guimarães): Raimundo Correia ► Osvaldo Cruz ► Aloísio de Castro ► Cândido Mota Filho ► Rachel de Queiroz ► José Murilo de Carvalho
6 (Casimiro de Abreu): Teixeira de Melo ► Artur Jaceguai ► Goulart de Andrade ► Barbosa Lima Sobrinho ► Raimundo Faoro ► Cícero Sandroni
7 (Castro Alves): Valentim Magalhães ► Euclides da Cunha ► Afrânio Peixoto ► Afonso Pena Júnior ► Hermes Lima ► Pontes de Miranda ► Dinah Silveira de Queiroz ► Sérgio Correia da Costa ► Nelson Pereira dos Santos
8 (Cláudio Manuel da Costa): Alberto de Oliveira ► Oliveira Viana ► Austregésilo de Ataíde ► Antônio Calado ► Antonio Olinto
9 (Domingos Gonçalves de Magalhães): Carlos Magalhães de Azeredo ► Marques Rebelo ► Carlos Chagas Filho ► Alberto da Costa e Silva
10 (Evaristo da Veiga): Ruy Barbosa ► Laudelino Freire ► Osvaldo Orico ► Orígenes Lessa ► Lêdo Ivo

Cadeiras
11 a 20 11 (Fagundes Varela): Lúcio de Mendonça ► Pedro Lessa ► Eduardo Ramos ► João Luís Alves ► Adelmar Tavares ► Deolindo Couto ► Darcy Ribeiro ► Celso Furtado ► Hélio Jaguaribe
12 (França Júnior): Urbano Duarte ► Antônio Augusto de Lima ► Vítor Viana ► José Carlos de Macedo Soares ► Abgar Renault ► Lucas Moreira Neves ► Alfredo Bosi
13 (Francisco Otaviano): Alfredo d'Escragnolle Taunay ► Francisco de Castro ► Martins Júnior ► Sousa Bandeira ► Hélio Lobo ► Augusto Meyer ► Francisco de Assis Barbosa ► Sérgio Paulo Rouanet
14 (Franklin Távora): Clóvis Beviláqua ► Carneiro Leão ► Fernando de Azevedo ► Miguel Reale ► Celso Lafer
15 (Gonçalves Dias): Olavo Bilac ► Amadeu Amaral ► Guilherme de Almeida ► Odilo Costa Filho ► Marcos Barbosa ► Fernando Bastos de Ávila
16 (Gregório de Matos): Araripe Júnior ► Félix Pacheco ► Pedro Calmon ► Lygia Fagundes Telles
17 (Hipólito da Costa): Sílvio Romero ► Osório Duque-Estrada ► Edgar Roquette-Pinto ► Álvaro Lins ► Antônio Houaiss ► Affonso Arinos de Mello Franco
18 (João Francisco Lisboa): José Veríssimo ► Barão Homem de Melo ► Alberto Faria ► Luís Carlos ► Pereira da Silva ► Peregrino Júnior ► Arnaldo Niskier
19 (Joaquim Caetano): Alcindo Guanabara ► Silvério Gomes Pimenta ► Gustavo Barroso ► Silva Melo ► Américo Jacobina Lacombe ► Marcos Almir Madeira ► Antônio Carlos Secchin
20 (Joaquim Manuel de Macedo): Salvador de Mendonça ► Emílio de Meneses ► Humberto de Campos ► Múcio Leão ► Aurélio de Lira Tavares ► Murilo Melo Filho

Cadeiras
21 a 30 21 (Joaquim Serra): José do Patrocínio ► Mário de Alencar ► Olegário Mariano ► Álvaro Moreira ► Adonias Filho ► Dias Gomes ► Roberto Campos ► Paulo Coelho
22 (José Bonifácio): Medeiros e Albuquerque ► Miguel Osório de Almeida ► Luís Viana Filho ► Ivo Pitanguy
23 (José de Alencar): Machado de Assis ► Lafayette Rodrigues Pereira ► Alfredo Pujol ► Otávio Mangabeira ► Jorge Amado ► Zélia Gattai ► Luiz Paulo Horta
24 (Júlio Ribeiro): Garcia Redondo ► Luís Guimarães Filho ► Manuel Bandeira ► Cyro dos Anjos ► Sábato Magaldi
25 (Junqueira Freire): Franklin Dória ► Artur Orlando da Silva ► Ataulfo de Paiva ► José Lins do Rego ► Afonso Arinos de Melo Franco ► Alberto Venancio Filho
26 (Laurindo Rabelo): Guimarães Passos ► João do Rio ► Constâncio Alves ► Ribeiro Couto ► Gilberto Amado ► Mauro Mota ► Marcos Vilaça
27 (Maciel Monteiro): Joaquim Nabuco ► Dantas Barreto ► Gregório da Fonseca ► Levi Carneiro ► Otávio de Faria ► Eduardo Portella
28 (Manuel Antônio de Almeida): Inglês de Sousa ► Xavier Marques ► Menotti Del Picchia ► Oscar Dias Correia ► Domício Proença Filho
29 (Martins Pena): Artur de Azevedo ► Vicente de Carvalho ► Cláudio de Sousa ► Josué Montello ► José Mindlin
30 (Pardal Mallet): Pedro Rabelo ► Heráclito Graça ► Antônio Austregésilo ► Aurélio Buarque de Holanda Ferreira ► Nélida Piñon

Cadeiras
31 a 40 31 (Pedro Luís): Luís Guimarães Júnior ► João Ribeiro ► Paulo Setúbal ► Cassiano Ricardo ► José Cândido de Carvalho ► Geraldo França de Lima ► Moacyr Scliar
32 (Manuel de Araújo Porto-alegre): Carlos de Laet ► Ramiz Galvão ► Viriato Correia ► Joracy Camargo ► Genolino Amado ► Ariano Suassuna
33 (Raul Pompeia): Domício da Gama ► Fernando Magalhães ► Luís Edmundo ► Afrânio Coutinho ► Evanildo Bechara
34 (Sousa Caldas): João Manuel Pereira da Silva ► Barão do Rio Branco ► Lauro Müller ► Aquino Correia ► Magalhães Júnior ► João Ubaldo Ribeiro
35 (Tavares Bastos): Rodrigo Otávio ► Rodrigo Otávio Filho ► José Honório Rodrigues ► Celso Cunha ► Cândido Mendes de Almeida
36 (Teófilo Dias): Afonso Celso ► Clementino Fraga ► Paulo Carneiro ► José Guilherme Merquior ► João de Scantimburgo
37 (Tomás Antônio Gonzaga): Silva Ramos ► Alcântara Machado ► Getúlio Vargas ► Assis Chateaubriand ► João Cabral de Melo Neto ► Ivan Junqueira
38 (Tobias Barreto): Graça Aranha ► Santos Dumont ► Celso Vieira ► Maurício Campos de Medeiros ► José Américo de Almeida ► José Sarney
39 (Francisco Adolfo de Varnhagen): Oliveira Lima ► Alberto de Faria ► Rocha Pombo ► Rodolfo Garcia ► Elmano Cardim ► Otto Lara Resende ► Roberto Marinho ► Marco Maciel
40 (Visconde do Rio Branco): Eduardo Prado ► Afonso Arinos ► Miguel Couto ► Alceu Amoroso Lima ► Evaristo de Moraes Filho


[Expandir]v • d • ePrêmio Jabuti de Literatura (1959 — 2008) - Romance
1959: Jorge Amado • 1960: Marques Rebelo • 1961: Maria de Lourdes Teixeira • 1962: Osório Alves de Castro • 1963: Marques Rebelo • 1964: Francisco Marins • 1965: José Cândido de Carvalho • 1966: Érico Veríssimo • 1967: José Mauro de Vasconcelos • 1968: Bernardo Élis • 1969: Ibiapaba Martins • 1970: Maria de Lourdes Teixeira • 1971: Lenita Miranda de Figueiredo • 1972: Luís Martins • 1973: Rubens Teixeira Scavone • 1974: Lygia Fagundes Telles • 1975: Adonias Filho • 1976: Ivan Ângelo • 1977: Herberto Sales • 1978: Clarice Lispector • 1979: Mário Donato • 1980: Fernando Sabino • 1981: Dyonélio Machado • 1982: Sylviano Santiago • 1983: José J. Veiga • 1984: Rubem Fonseca • 1985: João Ubaldo Ribeiro • 1986: Rubem Mauro Machado • 1987: Maria Adelaide Amaral • 1988: Emil Farhat • 1989: Maria Alice Barroso e Renato Modernell • 1990: Milton Hatoum • 1991: Zulmira Ribeiro Tavares • 1992: Chico Buarque • 1993: Rachel de Queiroz • João Silvério Trevisan • José J. Veiga • Moacyr Scliar e Silviano Santiago • 1994: Isaías Pessotti • João Gilberto Noll • Otto Lara Resende • 1995: Jorge Amado • João Silvério Trevisan • José Roberto Torero • 1996: Ivan Ângelo • Rodrigo Lacerda • Carlos Heitor Cony • 1997: João Gilberto Noll • Fausto Wolff • Flávio Moreira da Costa • Luiz Alfredo Garcia Roza • 1998: Carlos Heitor Cony • Márcio Souza • Sérgio Sant'Anna • 1999: Carlos Nascimento Silva • Sônia Coutinho • Modesto Carone • 2000: Moacyr Scliar • Flávio Aguiar • Carlos Heitor Cony • 2001: Milton Hatoum • Patrícia Melo • Domingos Pellegrini • 2002: Rubens Figueiredo • 2003: Ana Miranda • 2004: Bernardo Carvalho • 2005: Nélida Piñon • 2006: Milton Hatoum • 2007: Carlos Nascimento Silva • Luiz Ruffato • Antônio Torres • 2008: Cristóvão Tezza • Bernardo Carvalho • Beatriz Bracher


[Expandir]v • d • ePrémio Camões
1989: Miguel Torga • 1990: João Cabral de Melo Neto • 1991: José Craveirinha • 1992: Vergílio Ferreira • 1993: Rachel de Queiroz • 1994: Jorge Amado • 1995: José Saramago • 1996: Eduardo Lourenço • 1997: Pepetela • 1998: Antonio Candido • 1999: Sophia de Mello Breyner • 2000: Autran Dourado • 2001: Eugénio de Andrade • 2002: Maria Velho da Costa • 2003: Rubem Fonseca • 2004: Agustina Bessa-Luís • 2005: Lygia Fagundes Telles • 2006: José Luandino Vieira • 2007: António Lobo Antunes • 2008: João Ubaldo Ribeiro • 2009: Arménio Vieira


[Expandir]v • d • ePrêmio Lenin da Paz
Década de 1950 1950: Frédéric Joliot - Soong Ching-ling - Hewlett Johnson - Eugénie Cotton - Arthur Moulton - Pak Chong Ae - Heriberto Jara Corona • 1951: Guo Moruo - Monica Felton - Oyama Ikuo - Pietro Nenni - Anna Seghers - Jorge Amado • 1952: Johannes Becher - Eliza Branco - Ilya Ehrenburg - James Gareth Endicott - Yves Farge - Saifuddin Kitchlew - Paul Robeson • 1953: Andrea Andreen - John Desmond Bernal - Isabelle Blume - Howard Fast - Andrew Gaggiero - Leon Kruczkowski - Pablo Neruda - Nina Vasilevna Popova - Sahib-singh Sokhey - Pierre Cot • 1954: Alain Le Léap - Baldomero Sanincano - Prijono - Bertolt Brecht - André Bonnard - Thakin Kodaw Hmaing - Felix Iversen - Nicolás Guillén - Denis Nowell Pritt • 1955: Lázaro Cárdenas - Mohammed Al-Ashmar - Joseph Wirth - Ton Duc Thang - Akiko Seki - Ragnar Forbeck • 1957: Louis Aragon - Emmanuel d'Astier - Heinrich Brandweiner - Danilo Dolci - Maria Rosa Oliver - Chandrasekhara Venkata Raman - Udakandawala Saranankara Thero - Nikolay Semenovich Tikhonov • 1958: Josef Lukl Hromádka - Artur Lundkvist - Louis Saillant - Kaoru Yasui - Arnold Zweig • 1959: Otto Buchwitz - William Edward Burghardt Du Bois - Nikita Khrushchov - Ivor Montagu - Kostas Varnalis

Década de 1960 1960: Laurent Casanova - Cyrus Eaton - Sukarno • 1961: Fidel Castro - Ostap Dlussky - William Morrow - Rameshvari Neru - Mihail Sadoveanu - Antoine Tabet - Ahmed Sékou Touré • 1962: István Dobi - Olga Poblete de Espinosa - Faiz Ahmed Faiz - Kwame Nkrumah - Pablo Picasso - Georgi Traikov - Manolis Glezos • 1963: Oscar Niemeyer • 1964: Dolores Ibárruri - Rafael Alberti - Aruna Asaf Ali - Kaoru Ota • 1965: Miguel Ángel Asturias - Mirjam Vire-Tuominen - Peter Ayodele Curtis Joseph - Giacomo Manzù - Jamtsarangiyn Sambuu • 1966: Herbert Warnke - Rockwell Kent - Ivan Málek - Martin Niemöller - David Siqueiros - Bram Fischer • 1967: Joris Ivens - Nguyen Thi Dinh - Jorge Zalamea - Romes Chandra - Endre Sík - Jean Effel • 1968-1969: Akira Iwai - Jarosław Iwaszkiewicz - Khaled Mohieddin - Linus Pauling - Shafie Ahmed el Sheikh - Bertil Svahnstrom - Ludvík Svoboda

Década de 1970 1970-1971: Eric Henry Stoneley Burhop - Ernst Busch - Tsola Dragoicheva - Renato Guttuso - Kamal Jumblatt - Alfredo Varela • 1972: James Aldridge - Salvador Allende - Leonid Brejnev - Enrique Pastorino • 1973-1974: Luis Corvalán - Raymond Goor - Jeanne Martin-Cissé • 1975-1976: Hortensia Bussi de Allende - János Kádár - Seán MacBride - Samora Machel - Agostinho Neto - Yannis Ritsos • 1977-1978: Kurt Bachmann - Freda Yetta Brown - Angela Davis - Vilma Espín Guillois - Kumara Padma Sivasankara Menon - Halina Skibniewska • 1979: Hervé Bazin - Le Duan - Urho Kekkonen - Abd al-Rahman al-Sharqawi - Miguel Otero Silva

Década de 1980 1980-1982: Mahmoud Darwish - John Morgan - Líber Seregni - Míkis Theodorákis • 1983-1984: Indira Gandhi - Jean-Marie Léger - Eva Palmer - Nguyễn Hữu Thọ - Luis Vidales - Joseph Weber - Charilaos Florakis • 1985-1986: Miguel d'Escoto - Dorothy Hodgkin - Herbert Mies - Julius Nyerere - Petr Tanchev • 1986-1987: Evan Litwack

Década de 1990 1990: Nelson Mandela


[Expandir]v • d • eLivros de Jorge Amado
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